Talvez a indiferença se faça presente em teu olhar,
por que simplesmente não me deixo afetar pelo que você diz,
por água e terra, elementos que nos separam,eu não pude atravessar,
mas não me culpe, lembre, aonde esta seu amor?
não foi pra sempre? então estou morto...
mereço um espaço no teu adorável caixão vermelho?
tomára que sim,
pois parece que agora já não resta muita dor,
para sangrar em minhas veias...
por que nunca fui o que você sempre quis,
não se engane com dúvidas,
você já sabe aonde ir,
só que parece que eu nunca quis te levar,
me perdi em outras coisas tão menores...
Agora fingirei que você precisa de alguma permissão,
e te permito livre...
Será que eu não pude perceber que sentia todo aquele amor que declarei?
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
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